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terça-feira, 13 de maio de 2014

Finalização, um aporte ultimo á arte yixing

Já foi visto o complexo que posse ser identificar e desentranhar uma marca em um pote yixing, francamente não penso enlouquece-los mas com este tema, unicamente deixar um par de ideias claras para que se confrontem  sem demasiado medo a um selo em argila. 
O mas fácil que posse suceder é que lhes apareça o selo com a palavra inscrita yi xing mais um apelativo referindo-se ao tipo de argila usado, mostraremos um em que se posse ler de arriba a abaixo e de direita a esquerda Yi xing zi sha, um selo presente em diferentes marcas logo de meados do XIX pêro que por a dificuldade como veremos de ler o que se refere ao artesão não se posse saber se é mas ou menos antigo.

Em este caso a palavra yi sxing, quer dizer os dois primeiros caracteres não estão inscritos em chinês simplificado senão em pinyin, um modo arcaico de escrever mandarín, pêro como sabemos os chineses são conservadores, e que a caligrafia seja antiquada não quer dizer rem. Estes dois primeiros caracteres são os que mas nos devem interessar, se estivessem presentes, pois aportam informação, que não sendo falsa, é quando menos concludente, Logo Zi Sha é um pormenor pois não sempre a peça esta feita em purple clay. O seguinte passo,  e desde logo o mas complexo é intentar ler a firma do artesão, há na web listados de artesãos com suas firmas, mas apenas os registos de as ultimas décadas, se a peça é antiga e não de um importante torneiro o trabalho de investigação será a maioria das vezes inútil. como em o caso de este pote, vejam a firma do alfareiro com um importante numero de símbolos propiciatórios ao redor, actualmente está ainda sem decifrar e assim seguirá, temo. 

Por mas utiliza caracteres arcaizantes, ou quando menos locais, em este caso recomendo-lhes que acudam a um experto e se não obter resultado, desistam e desfrutem do chá que em ele se faça. Se não tiveram rem o mas seguro é que não seja obra de um artesão principal e se o fora começa o trabalho de distinguir se é uma reprodução ou um original. 

Para reproduzir selos acostuma-se a verter lacre sobre o original, logo de endurecido obtens um negativo óptimo para reimprimir em argila nova, apenas um bocadinho mas pequeno que o original, como sucede com a cera perdida. Este até não há muito era um método de reconhecer falsificações, por milímetros, mas hoje com as reproduções a laser as copias são quase imperceptíveis. Para ser realistas muitas peças que estão em museus em China seguem em debate sobre a sua autenticidade. E entre os coleccionistas e marchantes há tal picareta que se um não esta sobro de dinheiro melhor é que não se atreva sequer a um bom pote.

Por outro lado até não há muito considerou-se que as marcas de artesão em cartucho alongado, imprensas no interior da tampa deviam considerarem-se como indicativo de um trabalho feito como copia de outro anterior, em este tema o governo comunista chinês tive sempre muito cuidado, mas esqueceu que dentro da quantidade de marcas, selos e caligrafas feitos sobre a argila húmida, este também fora usado com anterioridade.

Em resumo. Intentem que seu pote siga os cânones mas ou menos oficias, mirem para o selo mas não se pressionem em ele, e se não estão muito convencidos, evitem grandes gastos. Lei não há muito em uma página americana que todo pote de menos de 100$ não podia ser bom, devemos considerar que até o século XIX os potes para chá yishing chegaram a Europa a prezo reduzido, a moda de tomar chá estava a começar a ter grande sucesso e junto a erva chegava a louça. Ha alguns indicativos que nos podem aconselhar como já vimos em outros post, mas topar um pote do século XVII para verter gordura de fritar em uma morada modesta não é ciência ficciom. Se o prezo é acomodado e a sua sensação boa não beijem de comprar, pois posse que estejam ante uma peça de grande qualidade esquecida por séculos. Igual sucede com os potes que saíram de China antes dos anos 50 em que se começou a regular a sua exportação, muitos conservam ainda autocolantes com um brilhante Made in China, posse que o artesão seja de renome, a febre chegaria após, e os prezos crescidos não há tantas décadas. O pote antigo ademais tem sofrido em Europa, foi pintado, coloreado, tratado como jarrão, grapado etc, o pote dos anos 40 do século XX, do período da revolução cultural de Mao muitas vezes está sem uso e só tem resíduos de poeira. 

Quando vejam marcas de torno no interior do pote, não desacreditem imediatamente dele, durante muito tempo foi um adianto, até que a fabricante tradicional tomou a dianteira sobre tudo entre os turistas, comprovem suas outras qualidade e, se está ao seu alcance, comprem-o. Evitem se posem comprar a China na actualidade, não há maior mercado de falsificações, algumas a prezo consideravelmente alto, . Certo é que a única maneira de conseguir obras de autores contemporâneos é directamente lá, mas tenham a maior das cautelas. Não desentendam um pote sem marca, o certo é que o único que diz claro é que se estão a livrar de muitos problemas de identificação, e seguindo os outros métodos que já lhes expliquei posem obter bom resultado igualmente. Assim e tudo se não todos os indicativos encaixam (tenham claro que em uma falsificação encorajar todos) posse que a peça sofri-se com os anos, com o mal uso, ou simplesmente fora uma que por ter algum defeito, não merecera selo pêro quedara dentro do comercio interior. O resultado á hora de preparar chá em ele posse ser igualmente óptimo. E. Por ultimo, desconfiem do prezo alto e as características perfeitas, rem é perfeito. Obrigado e de momento deixaremos a argila yishing para entrar em outros temas, já verei qual.

sábado, 10 de maio de 2014

Continuaçao

Como comentamos já a partires do 1800 Europa deixa de interessar por os potes para chá chineses, pode que por começar a sua própria produção, ademais em este momento China e sobre todo os literatos chineses retomam o interesse que perderam em parte durante o século passado. Um particular e muito interessante caso é o de Chen Mansheng (Chen Hongshou 1768-1822 ), um grande aficionado ao Chá encarregou aos principais artesãos do seu tempo Yang Pengnian e  Shao Erquan potes com seu pessoal desenho e adaptados para enriquece-los com decoração caligráfica principalmente poemas famosos do momento. Um momento a sinalar, que ademais ilustra o gosto dos chineses por conhecer e estudar o Chá com seus diferentes tipos, são os potes que encarga a Yang Pengnian para celebrar a féria de degustação de Chá acontecida no estúdio do próprio Chen Mansheng, estes potes iriam marcados com o selo dele que ocultava baixo o pseudónimo Amantuo Shi. Em eles não só se recordava a feria senão também um texto poético, quem tornara estes e qual era o número de cada um, como se de uma edição limitada de uma gravura se tratara. Em concreto conserva-se uma na colecção Flaggstaff House, Hong Kong onde diz ser o pote 1375 de esta féria, e o interior leva gravados os nomes de os principais participantes na degustação. 



Selos de Amaturo Shi (arriba) e Pengnian (abaixo)

Se em algo influiu o trabalho de Manseng foi no inicio da colaboração entre alfareiros eruditos, poetas e trabalhadores do peltre, nascendo assim os potes de zisha cobertos de peltre , Ademais estas formosas peças acostumavam a ter o vertedouro e a asa em jade ou prata, madeiras preciosas ou ratam para evitar o aquecimento em excesso de este. Não fecundizaremos demasiado aqui, realmente esta é uma moda passageira e encadrável durante a primeira metade de século. Seria teoricamente, ou quando menos ele se atribuiu a invenção de estes híbridos, a primeira obra mão de Simei ( Zhu Jian ) sobre o 1820 ou pode  que algo antes, estes potes ademais de seguir formas tradicionais também adoptam a forma do Ruyi  como símbolo de boa sorte ou forma de moeda. 







Selos de Jiam Peng Nian





Selos de Simei ( Zhu Jian )



Potes em forma de moeda ou Huo Po


Pote em forma de Ruyi (boa sorte)

Com o tempo, após da chegada da década dos 30 a qualidade começa a reduzir, ainda que alguma das peças está firmada por ceramistas como Simei os defeitos de forma já são palpáveis. Definitivamente, como soe suceder no artesanato ou arte chinesa uma parte de estas peças marcha para Europa engalanando-se em excesso, já em um  período muito tardio, para aparecer na década dos 20 do passado século reproduções em cobre estanhado, posse que como uma volta ao passado a nível interior ou directamente para enganar aos incautos que começavam a pagar grandes sumas por as originais.


Pote para a exportação, sem mão nenhuma particular dos anos 10 do século passado



Pote falso de cobre e estanho, da primeira metade do século XX

As marcas e selos

Ante todo não desesperem com a marca de seu pote, nem sequer o façam se não tiver, a marca de um pote yishing é uma autêntica aventura, muitas vezes sem fim feliz, melhor dito sem fim. Os primeiros potes e menagem de fogar elaborado com argila zisha ala pelo ano 1000 da nossa era não nasceram com as pretensão dos actuais e rara vez estavam marcados, em tudo caso logo do inicio da dinastia Ming a finais do século XIV as marcas precisas para controlo de impostos referiam só a dinastia e o nome do imperador do período em que se compusera a peça (Da Ming Quian Long por exemplo) como se fazia em o resto de porcelanas. Aqui entramos em um processo um bocado especulativo. Posse que por a cercania com o Japão onde as marcas eram mas pessoais do artista e da zoa onde vivia, ou posse que por a ainda relativa importância que tinham as manufacturas em argila, muitas peças começaram a levar no fundo o selo em metal impresso com o nome da cidade ou localidade Yishing e muitas vezes o nome do artesão ou algum apelativo que levara a que fora reconhecido pronto como criador de esta peça. As obras de formas quadradas barroquisantes muito imitadas e ocidente e para la criadas que tiveram seu apogeu durante a dinastia King período do imperador Kangxi, logram ser em beleza e delicadeza possivelmente as mas apreciadas de toda a arte de potes yishing, durante este período multitude de artistas tomaram sucesso importante mas também durante estes anos muitas peças excepcionais partiram da China sem marcar. 
Pode que esta indolência á hora de identificar o produto próprio proceda da caída da importante e poderosa dinastia Ming que onde se iniciara o marcado dos potes de chá. Com a aparição da King, perde-se o interesse local em estas peças mentras que a demanda para o estrangeiro é cada vez maior. A falta ou imposivilidade de identificação de estas pequenas operas de arte não quer dizer que não foram da melhor e mas refinada das qualidades, unicamente significa um desinteresse a fazer publicidade tão fora da morada. 
As primeiras peças marcadas, sobre todo as que se elaboram durante a dinastia ming seguem a tradição de marcagem dos potes de Chá de peltre, até que coma o rexurdemento do yishing a princípios do século XIX ambos os dois materiais trabalharam juntos para dar lugar ao breve período de potes mistos de peltre e argila. Os potes mas elegantes, que podemos por como presentes entre finais do século XVII e finais do XVIII, muitas vezes recibiram decoração extra produto de faltas no corpo pelo uso dos mesmos, o que não acostumava a levar á sua destruçao senão a um particular remendo e envelecimento involuntário hoje muito prezado. Vejamos alguns exemplos desde os mas primitivos até o fim deste período barroco, si fosse permissão chamar assim. 

 


Pote para chá de Gui Fu Chu Zhi , define as características dos mas primitivos potes, este de mediados do século XVII ou se se quer dos primeiros anos da dinastia quing. Durante esta época as marcas, se as houver devem buscar-se nas paredes do pote em seu interior, As formas geométricas e harmónicas delatam estes primitivos e prezados potes.

           

Quatro fantástico exemplos vendidos por elevadas sumas três de eles e outro em colecção privada, todos sem marca . O minucioso trabalho incluía que cada panela  de argila calada se compusera por separado e se encanastrara em um espaço previamente deixado para ele a modo de marco sobre um corpo plano de argila dando uma sensação de três dimensões. 


Um "apanho" em ébano e prata laborados, também sem selo.



                                                        



sexta-feira, 9 de maio de 2014

Continuação

Normas básicas .

   Em este apartado veremos as normas primeiras e mas comuns para reconhecer um pote de chá yishing, não podemos entrar nas novas escolas em as quais se alteram proporções tradicionais para jogar com a estética, esta parte trata-ré-mo-la após. 
   Em principio um pote yishing esta feito para ser hermético se for preciso, a tampa encaixa de uma maneira tão exacta que se obstruímos o furado de respiro, regularmente presente ao final do botão da própria tampa, o fluxo de chá deter-se ainda que tentemos verter, igualmente se tapamos a saída do vertedouro poderíamos entornar o pote sem que a tampa caise e o chá se derramara. Esta delicada prova raras vezes a passam potes de produção medíocre ou feitos para  exportar. 





Mas fácil resulta que mantenham as proporções tradicionais, ainda que como já se tem dito nada implica pois alguns dos mais sucessos-os ceramistas escapam de elas, sem embargo um pote yishing sem a tampa deve poder colocar-se, fazendo perfeito sustento sobre a asa, a boca, e o vertedor, quedando todos a um exacto nível. 


A linha de líquido que parta de seu vertedor deve ser constante e deter-se imediatamente cessado o vertido sem deixar pingas nem arrastes de liquido


Se em as mãos temos um pote jovem o cheiro é importante, um pote yishing cheira só a poeira ou a barro cozido, uma falsificação actual delata-se pelos aromas a químicos usados em sua tintura ou rematado.

Outro sistema muito usado para tirar a mascara de potes falsos é ferver estes durante um bocado, se tentaram imitar as cores tiradas de argilas zisha autênticas o aspecto posse ser muito bom, mas logo de ferver a água usada no processo queda tingida de cor e o pote falto dele. 





Também miraremos o som da argila ao mover levemente a tampa de modo circular com o pote bacio, este será semelhante a um leve bruxe bruxe de pedra contra areia fina. 

A superfície posse ser muito suave mas o mas comum é que notemos ao tacto certa aspereza, as superfícies tipo betão ou demasia esbaradias são falsas. 

Outra prova importante reside no banho do pote em água corrente, esta ao cessar deve deixar uma película uniforme que desaparecerá a bocados conforme seque, se vemos zoas de maior absorção ou donde a água se vê repelida posse que estejamos fronte a uma peça falsa.


Para começar não está mal, não é? e ainda falta tudo o que devemos saber sobre os selos de alfar e as variantes decorativas junto coas formas inovadoras da tradição dos potes Qu deste ultimo século passado. deixo-lhes a pensar 

Identificação e colecção

A colecção de potes para chá yishing sempre, como em quase tudo, podemos subdividi-la em diferentes mono manias coleccionistas. Por um lado estão quem junta tudo tipo de potes, sem mirar para a qualidade sejam de bom berço ou não, chamasse-lhes Coleccionistas de lixo, algo duro pêro cá poderíamos tirar também do termo junta merdas, pode que pudéramos fazer mas sub divisões, mas eu conformo com outras dois quem colecciona com o único ânimo de comerciar, mirando só as possibilidades económicas da rebenta e quem gosta da sua própria colecção seja por usar directamente os potes para o que foram criados, fazer chá, ou por desfrutar da beleza de trabalhos de artistas reconhecidos. Estes últimos coleccionistas acostumam a estar o melhor informados que apossem, ainda que como pronto vam ver, a identificação de um pote yishing é realmente complexa.
Para começar falaremos de um par de tipos de potes para chá directamente relacionados com os yixing que em alguns casos posem considerar-se como tal e em outros não.

Nei Zi Wai Hong este tipo de potes comparte história com os próprios potes zisha, literalmente o nome significa "fora zisha dentro barro" e foi em muitos casos uma solução para abastecer o cada vez mais exigente mercado de potes de chá de argila yishing. Normalmente em estes potes a pasta principal é medíocre ou produto de uma argila yshing local de menor qualidade, para melhorar o aspecto final banha-se o com leite de argila zisha para passar após ao forno, resulta fácil ver a diferencia entre as cores interiores e exteriores. Logo dos anos 70 de este século XX elaboraram-se multitude de potes com este método que permitia uma produção muito maior por não depender tanto da argila zisha, alguns posem ser feitos á mão e outros mecanizados para reconhece-los podem guiar-se por os post anteriores, sobre tudo se vem marcas de roda de torno, ou claramente as duas metades de um molde de dupla cara



Os potes Nei Zi delatam-se facilmente por os sobrantes de banho exterior que se acostumam a filtrar cara o interior, em alguns casos o trabalho de banho é tão regular que não resulta difícil confundi-lo com um esmalte vidrado. 

Shan Tou em este caso a argila zisha só aparece na superfície sendo o resto do pote de barro de menor qualidade e normalmente procedente de diferentes partes de China. O método decorativo é também antigo, e esta firmemente ligado com o interesse de muitos alfareiros dos primeiros tempos de fazer mais atractivos seus potes ante a não possibilidade de obter argila zisha. Como de costume foi também muito usado durante as produções em massa dos anos 70, 80 e 90 sobre tudo para o turismo, a qualidade pode ser acetavel ou muito baixa. Soem diferenciar-se pelas superfícies de aspecto de betão. 





quinta-feira, 8 de maio de 2014

Tipos de potes de chá yishing

Vamos a deter-nos um bocadinho para conhecer melhor, dentro de os potes de chá yishing autênticos, as diferentes variedades que podemos encontrar, for antigos ou modernos. Como já pudemos ver o método tradicional de composta de um pote não usa do torno rápido em nenhum caso, unicamente um prato giratório para poder trabalhar todas as caras de uma vez sem ter que desprazas-se o artesão. A ausência de marcas de torno rápido é uma prova interessante e também assumptível para conhecer um pote yishing, por outra parte também, e já há tempo que se usa este método, podem elaborar-se diferentes partes do pote com torno por separado para logo ensamblar de modo artesanal, seguiremos ante um possível pote yishing, incluso por ultimo e sobre todo na actualidade e em os potes de menor qualidade, o processo pode ser tudo mecanizado usando argila yixing, não compre desprezar estas se comprem todos os demais seguintes preceitos, pois farão também um bom chá. 
A pasta utilizada pode ser argila zisha, provinde do triturado da rocha mãe em este lugar presente, outro sistema é a falsa zisha, feita com argilas de outro tipo ás que de cote se lhes mistura uma pequena quantidade de zisha para que semelhem autênticas, um exemplo para comparar



Se nos encontramos com um pote claramente composto por argila falseada e com claros indicios de ser tingido melhor deixar ir.

Por outro lado importa a temperatura á que o pote foi cozido, os potes cozidos a altas temperaturas dão como resultado paredes mas finas e sonoras, e também mas impermeáveis, em este caso são ideais para os chás mas aromáticos os potes cozidos a baixa temperatura são mas porosos, conservam melhor os aceites do chá entre os seus poros e a sonoridade que se obtém quando diferentes partes deles chocam é mas apagada, as qualidades da argila posem ser as mesmas, simplesmente lavouram-se para diferentes cometidos, é claro que os cozidos a baixa temperatura são mas delicados mas resistem o lume direito mentras que os outros rachariam em esta prova, estes são óptimos para chás de escasso aroma, pois seus aceites impregnarão pronto as paredes do pote. Podemos distingui-los só com o tacto, os primeiros são mas lisos e os segundos um bocado mas rugosos. 


Cores. há, desde logo, uma serie  que já pudemos ver com anterioridade, de cores obtidas da própria rocha muda ou da mistura de diferentes tipos de esta. Desde logo a rainha de elas é a purple clay, de tonalidade roxiza alaranjada, argila zisha da melhor qualidade, também, olho, é a mas falsificada, logo existe uma amplia gama de colorido, incluso super pondo argilas de diferente cor ou usando esmaltes, muita gente gosta de coleccionar potes de cores e formas exóticas e intrincadas, pêro compre saber que para elaborar chá os melhores são os de cor natural entre roxiza e parda, inclusive de tonalidades preta e branca, as tinturas e os jogos com diferentes tipos de terra não favorecem a qualidade do chá, que vê como seus aceites são absorvidos de diferente maneira por umas ou outras pastas, por o qual as peças mas prezadas soem ser as mas singelas. 


Por ultimo resta que falemos dos prezados potes Zhuni, trabalhados com uma argila especial procedente de uma rara veia. São extremamente escassos e gravosos por tanto se se nos presenta a oportunidade de mercar um zhuni real melhor deixemos ir pois quase seguro será uma falsificação. Há um par de normas para os reconhecer, acostumam a presentar uma superfície com ligeiras arrugas produto do cozimento e não é raro ver fissuras, pêro melhor, apenas que seja muito barato, não tentar a sorte  


Um aporte

O video que lhes presentei antes não está suficientemente completo, venha outro https://www.youtube.com/watch?v=BZU_PNKIEgQ

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Continuação

Espero que gostassem  de minha ultima aportaçao, ainda que considero que é possível que esta seja uma peça autêntica, não há nada que o confirme, antes de deixar o entorno científico, imos falar um bocadinho das pastas e das suas peculiaridades, quando menos as que nos posem ser úteis para decidir sobre um de estes potes. https://www.youtube.com/watch?v=dKqwuS-UHkk Em este Link posem ver como é que um pote de chá tradicional chinês se ensambla e toma forma, como cada uma de suas partes possui um pessoal apartado e método e como ao fim, tal se for um brinquedo de construções, se une cada uma delas antes de ir ao forno para obter um resultado perfeito, admirado durante séculos por ocidente. 
Toca começar com um mas pormenorizado estudo das pastas, cozimentos, tintura etc. Pêro esta parte aguardo possa esperar.

Zisha ou uma falsificaçao

Reconhecer com prudência um pote para chá de argila yishin resulta tremendamente complexo se nos movemos entre os diferentes tipos de argilas da costa do Japão e da Coreia, muito similares á chinesa.  Se a peça é uma falsificação pode que nos resulte mais doado pois em estas, sobre tudo as feitas para o comercio exterior após os anos 70 do passado século, é comum que se pretenda imitar com demasiado zelo o aspecto das superfícies da argila yishing autentica. O barro zisha que é por o regular o que soemos encontrar em potes de chá antigos e originais do este de China, é tremendamente elástico dificultando o trabalho a torno, por tanto as diferentes peças do pote de chá soem compor-se por separado para logo uni-las com os dedos húmidos ou com espátulas de bambu, os remates aportam-nos marcas particulares de espatulado que compre aprenda-mos a reconhecer pronto. Para reconhecer um porte de chá autentico de argila chinesa yishing seguiremos recomendações tradicionais que se usaram em seu dia para evitar falsos de época. Por este motivo muitas de estas teriam mas nexos com o contacto sensitivo entre a peça e o homem que com dados contrastáveis cientificamente. De estes últimos imos escrever um par de linhas antes de começar a nossa viagem zen pelo mundo dos potes de chá de argila.
Como já indiquei antes é importante que comprove-mos que cada uma das partes do pote estão feitas à mão por separado e não procedem de um molde e contra  molde, esta será a parte singela de o trabalho pois, o molde o contra molde que se leva a usar durante séculos para as porcelanas europeias e que há uns anos desplantou a manufactura tradicional chinesa de potes de chá, deixa sempre sinal no corpo do pote, seja na asa, ou se a copia é muito mala, em toda sua superfície. 


Ainda que as peças originais também são compostas por laminas de argila viradas, e logo juntadas para fazer a pança do pote, nunca se encontrarão estas marcas na asa e rara vez no corpo pois trabalho importante era borrá-las com esmero, nenhum alfareiro chinês permitiria que um pote saído de seu talher levara tal defeito, que nem os aprendizes cometiam. 
Até aqui todo fácil, não é? se podemos segurar que o pote não provem de um molde logo teremos que comprovar se a cor da pasta é autentica ou imitada, para este passo ferveremos o pote durante meia ou uma hora em água, se a tinge de pardo as provas rematam cá, o pote é uma imitação, tudo isto sem mirar nem atender a selos nem ao aspecto da superfície.

Mas combém saber que estes são erros de peças muito baratas e de produção em cadeia, hoje posse vender-se algum pote por um alto preço, com uma imitação mas esmerada, e o pior de tudo é que paguemos o custo para logo levar um artículo enganoso. Nada tem de mão deixar cifras avultadas por potes actuais, nem todo o antigo é bom e caro nem todo o actual mão, mas é preciso que nos apartemos dos fakes que só pretendem obter altas sumas por produtos de medíocre qualidade mas muito bom aspecto. 

Para rematar esta primeira parte deixo-lhes com um par de fotografias de um dos potes de nossa colecção, por o tipo de aspecto da pasta ao microscópio semelha ser um autêntico pote do século XVIII montado para a exportação, pouco útil e demasiado delicado para ser usado de cote, cada uma das partes tanto as decoradas como as lavradas estao feitas com paneis independentes, no próximo post aprenderemos o por que das roturas, muito comuns em as peças feitas com argila zisha



Os potes para cha yi-shing

A cidade de Yishing, pertencente á província de Yiangsu e à prefetura de wuxi situa-se no este do continente chinês perto da costa que comunica este pais com as de Japão e Coreia, à  ribeira  do lago Taihu, hoje é como após da revolução cultural quase todas as cidades chinesas, um núcleo industrial de importância sobre tudo por a sua situação estratégica  na ribeira este do mega país. Poucas sao as fotografias que pude encontrar na rede para que se possa ver como é que era o lago Taihu antes da industrialização dos anos 40 e 50 de este passado século, uma presentarei-lhe-la após, la podemos ver as rochas sedinentárias que, mas ao interior, formaram os depósitos de argila zisha imprescindível para que desde há mas de 1000 anos se esteja a compor púcaros de barro com ela, e com especial sucesso em potes para chá, presentes entre as mais elevadas classes desde o século XVI quando menos.

Diferentes planos do espaço territorial de Yishing




Yishing atual, vista de satélite, lago Taihu


Vista da ribeira do lago Tahiu em os primeiros nos do século XX



 Com esta argila de características como veremos especiais tomaram sucesso os potes para chá conhecidos por o nome de a cidade onde se compunham, Yishing, ganhando-se a admiração de até as mais importantes famílias e criando em torno a eles toda uma escola de alfareiros cada qual mas reputado ao nível dos melhores ceramistas chineses. 
Estas rochas de fino grão, logo de trituradas em morteiros, logo mudas em moinhos de  mão como os que veremos davam ao ceramista pastas que naturalmente conseguiam resultados desde o preto até a cor mas semelhante á pasta de porcelana. 




Esta argila conheceu-se-lhe e conhece-se como zisha. e pose uma serie de propriedades que a fazem especial para a laboração de certos tipos de chá, Conhecido é por todos os aficionados á cultura chinesa ou mesmo ás subculturas orientais  a ela ligadas,   nocioes básicas sobre os potes Yishing mas a capacidade de diferenciar entre estes e outros compostos com argilas de Coreia e Japão já é farinha de outro costeiro, intentaremos das alguma guia básica para conseguir tal, mas actualmente com a quantidade e qualidade de falsificações dos potes yishing resulta complexo e pode que em ocasiões impossível.