Número total de visualizações de páginas

terça-feira, 9 de setembro de 2014

A familia negra

   Estou convencido que muitos e muitas agradeceram este post, nao pelo muito que possa ensinar sovre a familia nea ou negra, entre as porcelanas chinesas nacidas durante o periodo kangxi, senao mas bem por ser uma das mas falsificadas presentes em qualquer rede socioal de compra venta. Ha limites para mim que repousam na qualidade das obras kangxi tardias e de pleno peiodo qing, onde atopar diferencias fazse-me tremendamente complejo e prefiro nao aventurar posiveis trucos, que inda que eu os uso, nao sempre sao efetivos. Antes de nada tudos e tudas estou seguro que ja conhezem as normas básicas para reconhezer quanto menos uma boa de uma mala falsificaçao. 
   A partires de fins dos anosdo passado século, China proiviu baijo penas importantes até de morte (em eso os chineses sao moi seus) o expolio de obras de arte que puderam ser consideradas patrimonio do estado e da historia de este grande estado. Ao inicio da revoluçao cultural, e tambem antes com os distintor gobernos, inclusive o de Chan-Kai-Che, uma enorme cantidade de arte oriental antigua marchara para occidende, em muitos casos simplemente expoliada de templos e em outros mercada a prezos ridículos; recordemos os nosos anos  50 e 60 onde vendimos sté monasterios pedra a pedra. O governo comunista de Mao, logo de cair na euforia destructiva inicial e qualquer simbolo relixioso, comezou a comprender que o seu país estaba a quedarse com um patrimonio hipotecado por o que habería que pagar grandes sumas se se quería que voltara a China. Um exemplo ilustrativo sao os famosos soldados de terracota da tumba do emperador Qun Shi Guan estiverom no seu día provistos nao so do corido que hoje tenta recuperar-se senao de armas de bronce completamente funcionaes para a época, pois o certo é que nao queda nenhuma, seguro ha muitas em coleióes privativas mas os museus chineses ainda luitan por obter um egemplo de estas joias.  Asiim pois a orde saida do mesmo comite central do PC era nao deijar sair rem das riquezas culturais antiguas da China. Xunto esta medida enormemente restrictiva tomaron-se outras como supervisar as copias de arte antigua com selo gubernamental e controlar a qualidade de tuda peça de arte que fora produzida em china, pronto iso hoje nao sucede, nao faz falta que lhe lo diga, possem ir a uma loja chinessa para comprová-lo. 
   Mas durante um tempo De China saiu uma importante cantidade de porcelanas de escola seladas com o selo de lacre do estado e marcadas com kanji tesouro que teimabam por ter a melhor qualidade formal possivel e imitar, legalmente qualquer elemento presente na peça original.
    Logo de este fervor escolástico a produçao desviou-se a territorios como Macao, seriouse e dispuxo-se para ser produzida em massa para fornecimento do cada vez maior e mais confiado turismo.  Además a proiviçao de tirar obras de arte de China avivou a picaresca de imitadores de tudas as latitudes, tanto orientais como occidentais, ja nao habería um número maior de porcelanas ming que as que circulabam por o mercado occidental, assim pois estas chegarom a alcanzar prezos completamente inacesíveis, mas posto que o mercado o requería, outras sairon para substituir a suas companheiras proividas, muitas vezes de qualidade acetável e outras vezes de qualidade mediocre e até mala.
   A familia negra, sobre tudo a froleada moi presente durante os ultimos emperadores do século XVIII, imitouse até a saciedade, o certo é que se a peça que tenhem entre mans diz ser um quianlog lexítimo mais seguro é que nao o seja, con moita sorte será uma reproduáo vitoriana de razoavel qualidade. . Antes de nada imos ver um par de peças kangxi lexítimas uma de pleno periodo e outra mais cercana aos finaes do século.





Uma miradinha de perto combem



Segundo Christie's que rara vez se equivoca, por certo é um bom lugar para mirar obras autenticas e comparar ainda que nunca confiemos o 100%, a segunda toma de perto pertencería a uma peá kangxi primitiva e a primeira a uma peça imperial tardía de fins do XVIII. combem a saver que os perfetos trabalhos de fundo preto dos primeiros tempos, pronto se voltaram demasiado gravossos até para as familias acomodadas, sobre todo por os pigmentos do esmaltado usados, e após ou xunto com eles naçeu uma corente de familia negra com outra base quimica mais barata mas nao por eso despreciável, tudo á contra o seu sabor rural sanshi enriquece con creces a sua falta de perfección cortesana.  No que respecta ás marcas recomendovos ferventemente a páxina de colecionistas http://gotheborg.com/ em ela tendes tudos e cada um dos trucos realizábeis para recnhezer uma marca auténtica de outra falsificada, normalmente quando um tem diante a peça ja tem uma ideia aproximada do que está a ver, unicamente lhe quedará a duda de se é uma porcelana imperial ou uma boa reproduáo do governo popular ou victoriana, o resto de imitaóes rapidamente quedan apartadas. Mas em caso de querer conheér mas sobre marcas esta páxina que vos indico é a biblia de tudo coleccionista

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

As familias, breve repaso de sua origem e influenza

Para apos entender melhor as exportaçoes orientais durante o século XIX dende o porto de cantón, peças que é mais provável que cheguen a nossas maos antes de entrar em a materia demoraremos um bocado no estudo das familias. A porcelana chinessa do sçeculo XVII e XVIII, fins do periodo ming e inicios do kangxi e qing acusam importantes influenzas dos motivos europeus, em um caminho de ida e volta, a familia verte e suas filhas a negra e a marela, conservando modelos do estilo de cinco cores wucai innova em muitos aspectos coa chegada do século XVIII e com a posta em valor das exportaçoes com o fim do periodo ming. O azul baijo vidrado resultaba ja abondosamente conhecido, em Europa ja se diferenciaram os diferentes estilos com nomes europeus que muitas vezes desconheciam os proprios chineses como o modelo sauces, ou o willow, pero que eran requeridos á hora de tratar com os produtores da porcelana disposta para exportar. As policromias da familia verte foi um ar fresco, a meio caminho entre as cores apagadas wucai e os motivos rococo franceses. Dende logo estes primeiros modelos policromos dispunham de um tipo decorativo completamente distinto ao que logo se nos fará facil de reconhezer na familia rosa. Cestas de froles e fructas, jarroes, cartuchos a modo de petalos callados de vegetaçao muito cuidada e como nao, perolas de lume. Quem estamos acostumados a tratar com as lacas kangxi nenhum de estes modelos se nos faz estranho, olhem uns egemplos




A posterior sustituiçao dos fundos brancos por tonalidades pretas ou amarelas resultan nas conhecidas familias negras e marelas. Como verán incluo-lhes uma fotografia de dous vosos gu, posibles sahumadores son uma decoraçao da clase verte mas com um fundo azul fermosisimo, o motivo completamente kangxi, um dragao de cinco poutas voador e sobre uma prefiguraçao tremendamente típica em este periodo do mar e as rochas. Simplesmente para que podam ver que ha variantes dentro das familias mas conhecidas e que a riqueza da porcelana chienessa nao posse fecharse em dois ou tres nomes, mas imos por partes.
A familia negra é sem lugar a duda a mais imitada e a mais falsificada, ja nao produto de trabalhos tardios de alfareiros chineses senao burdas imitaçoes de meiados e finaes do século XX, velaquí um egemplo de um original Kangxi

Uma pausa pronto seguimos

A porcelana Cantón

Como ja lhes advertim as minhas entradas em este blog seriam com toda seguridade escasas, e mas motivadas a recentes descubrimentos que gosto de ter escritos que a ansia de comunicaçao dos mesmos, ainda que espero sinceramente que o aqui aportado ajude a tudos e tudas as colecionistas de porcelana e outra arte oriental que andem, como antes eu andivem perdido. 
Em esta entrada gostaria falar da porcelana chinesa de exportaçao que dimos em chamar Cantom, de maneira algo demasiado genérica. Antes de nada combem a saber que é o que se de be enter por porcelana canton, em principio é simplesmente un tipo de peças de arte, nacidas para a exportaçao que se produciram dende as ultimas décadas do século XVIII até mediados do XIX em a cidade de Jingdezhen de um novo modo quase mecanizado e em cadeia, mas decoraram-se no povo de Canton provincia de Guangzhou para que dende seu porto marcharam a tudo o mundo como a mas prezada joia do imperio chines. Poucas familias europeias de mediano ou alto nivel faltabam de ter em suas mesas baijelas de Cantom para ocasioes especiais, quando nao de porcelanas centroeuropeias francesas ou italianas. A porcelana de Canton igualou em qualidade e suceso a qualquera das que em este momento estabam a frolezer em tudo o mundo, Europa deixaba as maiolicas e experimentaba com as cochuras de caolim a alta temperatura e muito depurado, a porcelana de arigem oriental dera lugar a multitude de centros produtores por todo o territorio do vello mundo, com nomes tao sucessosos como Sevres, Velho Paris, Capo di Monte, Alcora e um sim fim mas. Com motivos chineses orientais e tambem com ceas completamente novas e proprias do lugar de origem e das suas costumes decorativas, o rococo creara um feroz competidor á porcelana chinessa sem rival até este século XVIII. Uma resposta que compre tenhamos em conta será Cantom e suas familias, verte, rosa, nera e azul. Tambem Imari no Japao for arita seu nome proprio em muitos casos saira com rapidez do extremo oriente para invadir de novo as terras europeias e em este caso tambem as mericanas. 
   Nom ha duda que houbo algum casso de empresas criadas por chineses e japoneses adicadas a este comercio sem mediar intermediarios brancos, como Shampo no Japao, ja teremos oportunidade outro dia de adicarnos á herdança de Hichozan Shimpo e o novo estilo arita tao popular em casas de meio mundo. Pero o çerto é que na grande maioria dos casos foram os proprios europeios ou americanos quem iniciaram o comercio animando á produçao do que poderiamos chamar as primeiras chinoseries em porcelana. Nao escapa a ninhem que a imagem que temos de cantom, apresentovos um plato tipo

 esta cheia de modelos que qualquer occidental con leturas feitas sovre oriente espera ver. Conservanse motivos decorativos sobre todo no contexto das ceas, em alguns casos de época ming, mas o resto é uma homenagem rendida ao gusto occidental. Em nenhm casso resta fermosura estas minucias á delicadeza com que se tinham elavorado tanto as formas como os decorados de uma veleza muitas vezes dificil de entender se nao a relacionamos com o detalhe de oriente. 
   Compriria que nos detiveramos em estudar a evoluçao de cada uma das familias, e tambem o declive da ultima em trunfar, a rosa, pero creo que a tudos e tudas nos vai ser de mas ajuda se percorremos a salto de égua a porcelana Cantonesa e al mil e uma diferencias que a simples primeira vista alonjam estas obras de arte, inmaculadas, perfetas; de as suas posteriores imitaçoes maquinadas em Macao logo dos anos 60 do pasado século. Dificilmente posso transmitirlhes a finura do tacto, a suavidade dos esmaltes e a finura dos traços pois de momento nao se posse enviar dados táctiles pela internet, ja chegará, mas espero que com um simples percorrido fotográfico todos podamos quedar contentes, este é um primeiro elo para fazer apetito. Saudos