Como ja lhes advertim as minhas entradas em este blog seriam com toda seguridade escasas, e mas motivadas a recentes descubrimentos que gosto de ter escritos que a ansia de comunicaçao dos mesmos, ainda que espero sinceramente que o aqui aportado ajude a tudos e tudas as colecionistas de porcelana e outra arte oriental que andem, como antes eu andivem perdido.
Em esta entrada gostaria falar da porcelana chinesa de exportaçao que dimos em chamar Cantom, de maneira algo demasiado genérica. Antes de nada combem a saber que é o que se de be enter por porcelana canton, em principio é simplesmente un tipo de peças de arte, nacidas para a exportaçao que se produciram dende as ultimas décadas do século XVIII até mediados do XIX em a cidade de Jingdezhen de um novo modo quase mecanizado e em cadeia, mas decoraram-se no povo de Canton provincia de Guangzhou para que dende seu porto marcharam a tudo o mundo como a mas prezada joia do imperio chines. Poucas familias europeias de mediano ou alto nivel faltabam de ter em suas mesas baijelas de Cantom para ocasioes especiais, quando nao de porcelanas centroeuropeias francesas ou italianas. A porcelana de Canton igualou em qualidade e suceso a qualquera das que em este momento estabam a frolezer em tudo o mundo, Europa deixaba as maiolicas e experimentaba com as cochuras de caolim a alta temperatura e muito depurado, a porcelana de arigem oriental dera lugar a multitude de centros produtores por todo o territorio do vello mundo, com nomes tao sucessosos como Sevres, Velho Paris, Capo di Monte, Alcora e um sim fim mas. Com motivos chineses orientais e tambem com ceas completamente novas e proprias do lugar de origem e das suas costumes decorativas, o rococo creara um feroz competidor á porcelana chinessa sem rival até este século XVIII. Uma resposta que compre tenhamos em conta será Cantom e suas familias, verte, rosa, nera e azul. Tambem Imari no Japao for arita seu nome proprio em muitos casos saira com rapidez do extremo oriente para invadir de novo as terras europeias e em este caso tambem as mericanas.
Nom ha duda que houbo algum casso de empresas criadas por chineses e japoneses adicadas a este comercio sem mediar intermediarios brancos, como Shampo no Japao, ja teremos oportunidade outro dia de adicarnos á herdança de Hichozan Shimpo e o novo estilo arita tao popular em casas de meio mundo. Pero o çerto é que na grande maioria dos casos foram os proprios europeios ou americanos quem iniciaram o comercio animando á produçao do que poderiamos chamar as primeiras chinoseries em porcelana. Nao escapa a ninhem que a imagem que temos de cantom, apresentovos um plato tipo
esta cheia de modelos que qualquer occidental con leturas feitas sovre oriente espera ver. Conservanse motivos decorativos sobre todo no contexto das ceas, em alguns casos de época ming, mas o resto é uma homenagem rendida ao gusto occidental. Em nenhm casso resta fermosura estas minucias á delicadeza com que se tinham elavorado tanto as formas como os decorados de uma veleza muitas vezes dificil de entender se nao a relacionamos com o detalhe de oriente.
Compriria que nos detiveramos em estudar a evoluçao de cada uma das familias, e tambem o declive da ultima em trunfar, a rosa, pero creo que a tudos e tudas nos vai ser de mas ajuda se percorremos a salto de égua a porcelana Cantonesa e al mil e uma diferencias que a simples primeira vista alonjam estas obras de arte, inmaculadas, perfetas; de as suas posteriores imitaçoes maquinadas em Macao logo dos anos 60 do pasado século. Dificilmente posso transmitirlhes a finura do tacto, a suavidade dos esmaltes e a finura dos traços pois de momento nao se posse enviar dados táctiles pela internet, ja chegará, mas espero que com um simples percorrido fotográfico todos podamos quedar contentes, este é um primeiro elo para fazer apetito. Saudos
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